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Jiu Jitsu e Deficiente Físico

O DEFICIENTE FÍSICO NA ARTE SUAVE

Vejo o jiu-jitsu como, além de arte marcial, um esporte educativo completo. Além disso, é um esporte “camaleão”, se assim posso dizer, porque os movimentos se adaptam ao seu praticante, ou, vice e versa.

O portador de necessidades especiais terá, no jiu-jitsu, a possibilidade de testar seus limites e seus potenciais, melhorar seu condicionamento físico – sua saúde – , além de sua integração dentro da academia, fazendo novos amigos, novos contatos.

No âmbito psíquico, poderá ser observado ganhos variados e de extrema importância, tais como, integração social;  aumento da autoestima e autoimagem; estimulação da autonomia; experiência com o “ganhar” e o “perder”, a nível de superação (claro!);  velocidade no raciocínio; aprimoramento da coordenação motora e ritmo; equilíbrio;  coragem; motivação e a força para enfrentar os problemas cotidianos.

Desta forma, como atividade esportiva disciplinadora e dinâmica, o jiu-jitsu pode agregar valores terapêuticos, em todos os sentidos, nas vidas das pessoas que têm necessidades especiais. Além disso, como já exposto, trará benefícios tanto para o corpo (fisicamente) como para a mente (psiquicamente).