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Jiu Jitsu em Família

O JIU-JITSU EM FAMÍLIA

Pois é. Será interessante escrever este texto, partindo do princípio que venho de uma família tradicionalíssima e  precursora no jiu-jitsu, contudo, o jiu-jitsu esteve sempre “na família” e não “em família”…

A fim de que o jiu-jitsu participasse da vida de uma família, além de ter esposa e filhos no tatame comigo, fiz planos mensais para pais e filhos treinarem juntos, com o intuito de eles ficarem juntos, curtirem um momento – ainda que fosse único – juntos. “A vida está corrida” – pensei nisto.

Então, pude perceber que o jiu-jitsu pode unir e integrar mais a família. O pai que não tem tempo para ficar com o filho, se diverte com o mesmo, disponibilizando aquele “pedaço” de tempo para ficar com o seu filho, conhecer seus medos e limites e, ainda, motivar a disciplina e a autoconfiança. Com a mãe, o mesmo.

Além disso, eles aprendem juntos. A mesma aula, as mesmas posições, os mesmos movimentos, fato que os deixam bem distante daquela posição de que o pai ou mãe sabem mais porque são  “gente grande”.

Percebi que o jiu-jitsu pode participar da vida em família, inspirando a amizade, a autoconfiança, a disciplina, a integração entre pais e filhos, motivação e coragem para enfrentar os problemas corriqueiros, por exemplo, o filho já não fica com tanto receio de “chegar” no seu pai ou na sua mãe para conversar.

Vejo pais e filhos dando risadas, aprendendo juntos, se respeitando e se curtindo, estimulando, assim, entre eles um relacionamento harmônico, compreensivo, forte, autoconfiante, com alegria e amor. Longe da rotina e, ao mesmo tempo, bem perto dela.